PABLO MAQUET |
Essa obra foi o início de uma viagem de auto-conhecimento. Nessa fase, pude rever alguns erros do passado e dar-lhes um ressignificado. Na ocasião, eu também identifiquei os meus pontos mais fortes e fracos, vendo o que precisava mudar para me reinventar. Foi nesse momento em que senti aquela coceirinha do vírus da mudança me contagiar. |
Tudo começou com um sonho premonitório na madrugada do dia 24 de setembro de 2019, numa fase bem conturbada da minha vida. Naquela noite, uma pessoa amiga me apareceu e antecipou uma série de eventos que estavam por vir (como a pandemia de 2020, a morte de entes queridos, etc), e que eu deveria "voltar a escrever como eu fazia no século XIX em Paris". Mas o que exatamente o amigo espiritual queria dizer com aquilo? Se os eventos previstos naquele meu desdobramento espiritual durante o descanso do corpo físico, infelizmente, não tivessem se confirmado nos anos seguintes, tudo não teria passado de um sonho louco ou mera enganação espiritual... Embora simpatizante do espiritismo de Alan Kardec e médium conhecedor da doutrina, sempre ouvi com bastante cautela e ceticismo o que qualquer entidade trouxesse ao meu conhecimento - ainda mais quando o assunto envolvesse tragédia ou perdas pessoais. Todo o cuidado é pouco com essas "dicas" do plano espiritual. Afinal, eu mesmo já tinha caído na lábia de um espírito zombeteiro que me convenceu ter chances reais de entrar num famoso reality show na TV brasileira, e me fez perder 16 anos naquela idiotice. Mas, ao olhar mais atento para essa minha imagem gerada por IA, usando cabelos longos e cavanhaque, creio que ele pode ter me confundido com outra pessoa que participou do infame programa... |
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Por três anos eu fiquei muito curioso com aquela história de eu supostamente ter sido um escritor numa vida passada na França do Século XIX, até que resolvi decifrar um mistério que podia não ser algo tão sem pé nem cabeça... Isso porque lembrei do relato de alguns familiares feitos em 2002, dizendo que eu falava francês dormindo, mesmo sem nunca ter estudado o idioma. Isso deixou-me intrigado por mais de 20 anos. E você quer saber o que eu descobri ao estudar mais à fundo este estranho fenômeno? Bem... Se você não tem nenhuma restrição com relação ao tema reencarnação, e até mesmo acredita em vidas passadas, talvez algum dia eu lhe conte a razão por trás da minha homenagem ao escritor francês Auguste Maquet, quando escolhi Maquet como sobrenome para meu pseudônimo literário e nome artístico. Garanto que a história será, no mínimo, algo bem interessante de se ler... |